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Armazem Gaia

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Glutamina

A glutamina é um aminoácido (aa) neutro, condicionalmente essencial, ou seja, pode ser sintetizada pelo organismo, em situações de estresse1. Sua síntese ocorre a partir do ácido glutâmico, valina e isoleucina, nos músculos, pulmões, cérebro e no fígado2. Alguns autores ainda consideram uma possível produção pelo tecido adiposo3. É encontrada em alimentos de fonte animal principalmente. Especificamente, a glutamina é utilizada como uma fonte de energia por todas as células que se dividem rapidamente, tais como as células da mucosa intestinal e certas células imunes (timócitos, linfócitos e macrófagos). Sem glutamina suficiente, pode ocorrer atrofia das células intestinais e prejuízo na função imunológica4,5. Os folículos pilosos, dos pêlos e cabelos, o feto, e alguns tipos de tumores dependem da glutamina para a produção de energia e síntese de DNA e RNA6. Além disso, a glutamina serve como um amino importante para o músculo; ajudando a repor o glicogênio muscular após o exercício. Atualmente, também tem avaliado seu efeito em diferentes funções: Proteção do organismo de substancias toxicas, como a amônia, seu excesso está relacionada à doenças degenerativas principalmente;  No cérebro, a glutamina é um substrato para a produção de neurotransmissores como o ácido glutamato e ácido gama-aminobutírico, o GABA7,8, é também uma importante fonte de energia para o sistema nervoso; Além disso a glutamina também desempenha um papel na manutenção dos níveis adequados de glicose no sangue e de seu p.H7,9. A dieta fornece em torno de 3,5 e 7g de glutamina, e pode ser sintetizada pelo organismo de acordo com a necessidade. No entanto, situações como estresse, exercício físico extenuante, doenças infecciosas, cirurgias, queimaduras, disfunção imune e problemas intestinais podem levar à depleção de glutamina, por isso em algumas situações a suplementação de glutamina é indicada8,10.

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