SUCOS PREMIUM MONA VIE

Armazem Gaia

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

O QUE É O MAL DE ALZHEIMER E COMO PREVENIR?

A doença de Alzheimer é hoje a segunda doença mais temida, perdendo somente para o Câncer. Pesquisadores do Brasil e do exterior alimentam hoje a esperança que o Alzheimer se torne um mal crônico, passível de controle. No momento, existem técnicas de reabilitação capazes de compensar a desaceleração e os danos causados pela disfunção. Sabe-se hoje que o risco de se desenvolver o Alzheimer aumenta conforme a idade. Após os 65 anos, ele dobra a cada 5 anos e depois dos 85 anos, as chances de se ter Alzheimer aumentam em 50%.
A doença se manifesta porque ocorre morte dos neurônios que são células nervosas e as únicas que não se reproduzem, ou seja, ao morrerem, não existirão mais. Os sintomas principais são perda de memória, alterações bruscas de humor, fallhas na atenção, pensamento e raciocínio, perda da habilidade de funções simples como trocar de roupas, coar café, abrir a porta. Na fase mais avançada da doença, com o número de neurônios muito baixo, há perda progressiva da capacidade de se locomover, comunicar, reconhecer aos familiares e o ambiente e cuidar de si mesmo.
Sabe-se que o uso de panelas de alumínio devem ser evitados, pois o alumínio é desprendido, reage com o alimento, é ingerido, digerido, absorvido e induz á formação e agregação plaquetária.
Bons hábitos de vida e alimentares contribuem para prevenir o Alzheimer. Deve-se sempre ler, fazer palavras cruzadas, atividades físicas, caminhar, atividades de rotina diárias e se alimentar bem. Um cardápio rico em ômega 3 ( sardinha, salmão, cavala), óleos de canola e de linhaça tendem á reduzir os riscos da doença em até 60%. Deve-se também consumir vegetais verde escuros, frutas cítricas, cereais integrais e consumir nozes, castanhas e sementes diariamente, conforme recomendado pelo nutricionista. Alguns condimentos podem melhorar e retardar o progresso da doença, por exemplo, a cúrcuma, o chocolate amargo ( devido ao cacau), a soja, o guaraná, o ginkgo biloba, chás de melissa e sálvia.
Quanto antes diagnosticado, maiores são as chances de se evitar a degeneração das células. O uso de remédios não fará com que a pessoa volte ao normal, mas retardará a progressão da doença, garantindo melhor qualidade de vida á esta.

ALGUMAS VERDADES SOBRE O SUCO DE LARANJA

O suco de laranja, assim como a própria fruta, é rico em vitamina C, micronutriente este que é importante e essencial na absorção de ferro e na formação de hemoglobina ( as células vermelhas do sangue). A vitamina C tem ação antioxidante, previne infecções, gripes e resfriados, mantém a saúde dos dentes e gengivas e ajuda no combate á hemorragias. O nutriente não é produzido pelo organismo, e em uma laranja conseguimos quase 100% da taxa de vitamina C necessária por dia.
Além de ser fonte de vitamina C, ele possui também grande quantidade de vitamina A e potássio. Por ser antioxidante, a bebida aumenta a resistência á infecções e promove a vasodilatação das artérias, afastando os possíveis acidentes vasculares. O suco de laranja deve e pode ser ingerido diariamente, porém, assim como todo alimento, deve ser consumido com moderação em uma ou duas porções ao longo do dia.
O suco de laranja pode provocar gastrite quando a pessoa tem o ph gástrico ácido, e nesse caso, deve-se intercalar a laranja com uma laranja menos ácida, por exemplo, a laranja serra d’água.
O suco de laranja é mais calórico que refrigerantes, porém, o suco de laranja, assim como os sucos naturais são ricos em vitaminas, minerais, enquanto o refrigerante prejudica o tecido ósseo, aumenta o tecido adiposo e engorda.
Ao tomar o seu suco de laranja, ingira-o sempre fresco, pois as propriedades nutricionais da laranja são perdidas após 15 minutos de exposição ( a vitamian C). Se o suco de laranja for guardado de um dia para o outro, perde-se 30% dos seus nutrientes devido ao fato de a vitamina C ser sensível á luz e ao ar causando oxidação e perda destes nutrientes.

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

ALIMENTOS QUE REGULAM A AÇÃO DA TIREÓIDE E AUXILIAM NA PERDA E REGULAÇÃO DO PESO CORPORAL

A tireóide é uma pequena glândula localizada na parte anterior do pescoço ( o famoso gogó) cujo formato é semelhante á uma borboleta. O seu formato e seu tamanho é desproporcional á sua importância e função. A função principal da tireóide é regular o metabolismo por meio do controle dos batimentos cardíacos, do funcionamento intestinal, das evacuações, da memória, do humor, entre outras funções também ligadas ao raciocínio. A hipotireoidismo é a alteração mais freqüente da tireóide, sendo prevalente em mulheres e com aumento em torno de 12 a 15% durante a menopausa. Essa perda ocorre porque o iodo é excretado pela urina, ocorrendo então a sua deficiência.
A tireóide produz os hormônio produz o hormônio T4 que é transformado em T3 ( o hormônio ativo). Quando o indivíduo tem hipotireoidismo, o corpo fica mais preguiçoso, com o metabolismo desacelerado e com tendência á ganho de peso. O tratamento, na maioria das vezes, é feito com um medicamento específico, prescrito pelo seu médico endocrinologista. Além do hipotireoidismo, existe também o hipertireoidismo que é caracterizada pela aceleração da tireóide, ou seja, produção excessiva de hormônios T3 e T4. Os sintomas mais comuns são insônia, taquicardia, irritabilidade, falta de concentração e perda considerável de peso corporal.
Quando a produção de T3 e T4 fica muito baixa, a hipófise ( uma glândula localizada próxima ao cérebro) começa á produzir mais TSH, estimulando a produção dos hormônios T3 e T4. Da mesma maneira, quando a produção destes hormônios aumentam, a hipófise é avisada e cessa a produção de TSH, sendo hipotireoidismo se o TSH estiver alto e hipertireoidismo se o TSH estiver baixo.

Alimentos que regulam a tireóide:

ALGAS – São ótimas fontes de iodo e ajudam na regulação hormonal. Seu consumo ideal é 1 pires de chá, dias a três vezes por semana.
FRUTOS DO MAR – As ostras, lagostas, camarões são riquíssimas fontes de iodo, além do cálcio também. Seu consumo ideal é em torno de uma porção de 120 g, duas vezes por semana, mas atente-se para o uso dos frutos do mar, pois se você for alérgico ou intolerante á estes alimentos, não os consuma!
PEIXES DE ÁGUA SALGADA – Os peixes de água salgada oferecem uma boa quantidade de iodo e cálcio, pois auxiliam no bom funcionamento de todo o organismo e da própria tireóide. Peixes recomendados: cação, badejo, atum, pescada, sardinha. O ideal é consumir 1 porção de 120g, 3 x por semana, sempre grelhados, cozidos ou refogados com pouco óleo. Evite consumir os peixes fritos e com muita gordura!
CEREAIS INTEGRAIS – São boas fontes de magnésio, mineral este que quando está em baixa, diminui a secreção de PTH ( hormônio secretado pelas glândulas paratireóides), o que prejudica na resposta óssea e renal do organismo. O consumo ideal é no mínimo de 1 porção de 100 g ao longo do dia.
LARANJA – Esta fruta é rica em selênio e vitamina C. É importante para o sistema imunológico, é antioxidante, participa da formação das catecolaminas que são potencializadas pelos hormônios tireoidianos.
SEMENTES – A linhaça dourada, sementes de abóbora e de girassol são ricas em cálcio e tirosina que auxiliam na regulação metabólica. O ideal é consumir meia xícara, 3 x por por semana.
CASTANHAS – As castanhas são ricas em selênio, são antioxidantes, atua na regulação da tireóide e do sistema imune. O ideal é consumir uma ou duas porções ao longo do dia.
CARNE VERMELHA – As carnes vermelhas são ricas em selênio e vitamina B6 que atuam na produção de hormônios e estimulam as funções imunológicas do organismo. O ideal é consumir 1 porção de 120 gramas, por dia.

ALIMENTOS AFRODISÍACOS

Segundo um estudo realizado pela Faculdade de Medicina da USP, 22% das mulheres de todas as idades tem problemas de disfunção sexual, sendo este problema, também recorrente em homens. Para se manter uma vida sexual regular e “ em dia”, não é a idade quem dita a regularidade, mas sim o estilo de vida, no qual inclui-se atividade física regularmente, dieta equilibrada, consumo moderado de bebidas alcoólicas ( 1 a 2 vezes por semana, em doses moderadas), recusa ao tabagismo e controle do stress.
Alimentos afrodisíacos têm essa denominação em referência á Afrodite, a Deusa grega do Amor e são alimentos capazes de aumentar o desejo sexual devido a presença de algumas substâncias presentes nestes alimentos. Estes alimentos têm a propriedade de dilatar os vasos sanguíneos, aumentando a quantidade de sangue irrigado nos órgãos genitais. Abaixo, são listados alguns alimentos afrodísiacos e as suas propriedades.

AMENDOIM – Possui niacina, vitamina E, B3 e arginina que atua na dilatação dos vasos sanguíneos, melhorando a circulação nos órgãos sexuais e estimula a produção de testosterona ( hormônio sexual masculino).
BANANA – É uma fruta rica em magnésio e promove a ereção do pênis devido ao seu poder de vasodilatação.
OVOS DE CODORNA – Possui vitaminas B5 e B6, participando da produção hormonal. Seu efeito antiinflamatório impedem que as placas de gorduras grudem nos vasos sanguíneos, auxiliando na dilatação.
CACAU, GINSENG E CATUABA – São ricos em feniletilamina, uma substância encontrada em grande quantidade no cérebro de pessoas apaixonadas e contribuem para a sensação de prazer e paixão.
CASTANHAS DE CAJU, CASTANHAS DO BRASIL, CEREAIS E LINHAÇA – São fontes de selênio, essencial na produção de espermatozóides. Por ser vasodilatador, aumenta o fluxo sanguíneo do pênis.
CHOCOLATE AMARGO – Possui arginina, aminoácido que relaxa as contrações musculares no pênis, permitindo a circulação sanguínea, resultando em ereções mais rígidas e duradouras.
OSTRAS E AMÊNDOAS – São alimentos ricos em zinco, contribuindo para a produção da testosterona e do esperma, auxiliando na produção ovariana de esteróides, garantindo maior fertilidadeo da testosterona e do esperma, auxiliando na produção ovariana de esteróides, garantindo maior fertilidade.
MEL – É fonte de serotonina e vitaminas do complexo B, necessárias para a produção de testosterona e boro, mineral que ajuda o corpo á metabolizar e usar o estrogênio.
GENGIBRE – Possui aroma forte, sabor picante e estimulante da circulação sanguínea, o que garante a ereção do pênis. Seu óleo é utilizado para massagear o abdome, provocando calor e excitando os órgãos sexuais.
TOMATE – É rico em betacaroteno, essencial para a produção dos hormônios sexuais masculinos e femininos. O tomate também é fonte de licopeno cuja ação é prevenir o câncer de próstata, é antioxidante e melhora a virilidade dos espermatozóides.
SEMENTES DE ABÓBORA E ROMÃ – São alimentos ricos em óxido nítrico, cuja função é manter o fluxo sanguíneo e a dilatação dos vasos. O que mantém o pênis ereto é a produção constante de óxido nítrico nos vasos sanguíneos.
AÇAFRÃO – Possui propriedades estimulantes das zonas eróticas.
BAUNILHA – É um potente estimulante sexual.
CANELA - É um potente estimulante sexual.
COENTRO – As sementes secas provocam efeitos eufóricos, especialmente nas mulheres.
CRAVO –DA-INDIA – Desperta o desejo sexual.
PIMENTA – Aumenta a freqüência cardíaca e a produção do suor, reação semelhante ás provocadas durante o sexo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

DISBIOSE INTESTINAL

O que é disbiose intestinal? A disbiose intestinal é um estado no qual a micribiota produz efeitos nocivos ao nosso organismo através de mudanças qualitativas e quantitativas na própria microbiota intestinal, mudanças na atividade metabólica e mudanças em sua distribuição no TGI ( trato gastrointestinal), ou seja, é o equilíbrio entre os microorganismos que habitam no nosso TGI.Quais os tipos de bactérias que habitam em nosso TGI? As bactérias probióticas que exercem efeitos benéficos á nossa saúde; as bactérias comensais que compreendem a maior parte das bactérias, podendo ter ações que promovem o equilíbrio e desequilíbrio das funções do TGI e, por fim, as bactérias patogênicas que são as causadoras de doenças crônicas ou agudas, no qual as toxinas lesionam a mucosa intestinal e são absorvidas na corrente sanguínea causando distúrbios orgânicos.Quais os fatores que propiciam o desenvolvimento da disbiose intestinal? Tudo começa no parto. Crianças nascidas de parto cesáreo têm conteúdo de lactobacillus e bifidobactérias significativamente inferior ao das crianças nascidas de parto normal. Ao se iniciar o período de alimentação, que até o sexto mês deve ser o leite materno exclusivamente, observou-se que as crianças amamentadas exclusivamente ao seio apresentavam um conteúdo de probióticos muito superior em seu intestino, bem como menor número de diversas bactérias patogênicas, comparando-se com aquelas que são alimentadas por fórmulas lácteas. É importante frisar que as bactérias que primeiro colonizarão a criança, após o nascimento, estão diretamente correlacionadas ás bactérias do canal do parto, das fezes materna e do meio ambiente em que nasce. Sendo assim, a introdução ao uso de probióticos restabelece o equilíbrio intestinal
Os probióticos são bactérias essenciais para a manutenção da nossa saúde devido ás suas múltiplas funções no nosso organismo, á saber: síntese ( produção) de vitaminas do complexo B e Vitamina K; função digestória através da síntese de enzimas digestivas, regulação do trânsito intestinal e absorção de nutrientes; função cardiovascular, relacionada á redução dos níveis de colesterol plasmático; função metabólica, nos quais as bactérias probióticas produzem ácidos graxos de cadeia curta que são substrato metabólico para as células intestinais ( colonócitos), favorecem a detoxificação hepática e auxiliam na metabolização de medicamentos, hormônios, carcinógenos, metais tóxicos, entre outras substâncias, além de terem função imunomodeladora produzindo anticorpos e a manutenção da barreira mucosa intestinal.
O tratamento da disbiose intestinal requer orientação nutricional de um nutricionista funcional e exige do paciente disciplina, mudanças do estilo de vida, práticas de atividade física regularmente, alimentação equilibrada em nutrientes em nível qualitativo e quantitativo e prescrição de fitoterápicos, se necessário.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

FITOTERÁPICOS NO TRATAMENTO DA OBESIDADE

O tratamento fitoterápico é baseado no tratamento de manifestações patológicas através de substratos naturais, que são as plantas frescas ou secas, inteiras ou extraindo-se o seu principio ativo com a finalidade de prevenir, aliviar ou curar uma doença, pela ação de fitoquímicos, vitaminas e minerais.
Atualmente, a suplementação de fitoterápicos fazem parte da precriçãona rotina de nutricionistas e médicos com o intuito de otimizar os resultados. As fórmulas fitoterápicas são manipuladas sob a forma de extrato seco, tintura ou pó reequilibrando o organismo e possíveis danos de uma dieta alimentar muito quantitativa e pouco qualitativa, ou seja, rica em quantidade e volume das refeições e pobre em micronutrientes que são as vitaminas e minerais, o que contribui para o aumento da obesidade e das doenças crônicas não transmissíveis( hipertensão, diabetes, AVC, etc.)
A seguir, serão apresentados os fitoterápicos mais estudados atualmente no tratamento da obesidade, cuja utilização, sob orientação do nutricionista capacitado, otimiza os resultados.
*Caralluma fimbriata – A caralluma fimbriata é um cacto perene comestível, utilizado tradicionalmente na dieta indiana e apresenta a propriedade de suprimir o apetite e diminuir a compulsão alimentar.
*Hoodia gordonii – Alguns estudos referentes á esta planta, natural da África do Sul relatam propriedades de supressão á fome e á sede, além de serem utilizadas no tratamento de cólicas abdominais, hemorróidas, tuberculose, diabetes e hipertensão arterial, porém os resultados ainda não foram suficientemente conclusivos e mais estudos precisam ser desenvolvidos.
*Garcinia cambogia – A Garcinia cambogia é uma fruta originária da Índia cujas propriedades auxiliam na perda de peso e supressão do apetite.
*Citrus aurantium – Popularmente conhecida como laranja amarga, laranja azeda ou laranja de Sevilha. O óleo extraído desta fruta é muito utilizada no tratamento da obesidade, hipertensão e anticonvulsivante, além de estimulante cardíaco, estomáquico, digestivo e tônico geral.
*Capsaicina – Essa substância, extraída da pimenta, tem a propriedade de inibir a inflamação induzida pela obesidade e síndrome metabólica. Alguns estudos mostram que a capsaicina auxilia e otimiza os resultados no tratamento da obesidade, na regulação da distribuição de gorduras, na melhora na tolerância da glicose e na resistência insulínica. A associação da capsaicina, tirosina, cafeína e catequina pode reduzir a massa gorda e aumentar a termogênese.
*Cafeína – A cafeína apresenta otimização do seu resultado quando associado á atividade física. Estudos avaliando o consumo isolado da cafeína observaram menor ganho de peso e redução de gordura corporal, no entanto, foi observado aumento na glicemia e da resistência insulínica em diabéticos. Em obesos, foi observado uma piora na resistência insulínica e na homeostase da insulina-glicose. Portanto, é necessário que se faça mais estudos para avaliar os efeitos colaterais no emagrecimento, principalmente em diabéticos.
*Ilex paraguaiensis (erva-mate) – A erva mate é popularmente usada no Brasil, principalmente na região sul através do chimarrão. A erva-mate tem propriedades antioxidantes, previne a oxidação do DNA, a lipoperoxidação do LDL, além de ser hipocolesterolêmico, hepatoprotetor e diurético. O extrato da erva-mate diminui o peso corporal, a gordura visceral e os níveis hepáticos e sanguíneos de lipídeos.
*Camellia sinensis – Esta planta é a mesma da qual se extraem o chá verde, o chá preto, o chá oolong, o chá branco, entre outros. A Camellia sinensis é rica em flavonóides e auxilia no processo de prevenção da obesidade e do sobrepeso.
*Gymnema sylvestre – Esta planta apresenta consideráveis resultados no tratamento de diabetes, dispepsia, desordens no fígado e retenção hídrica.
*Faseolamina – É um extrato obtido do feijão branco com a propriedade de interferir na hidrólise de carboidratos, diminuindo a sua biodisponibilidade intestinal, perda de peso e redução do volume abdominal.
*Fibras alimentares – A ingestão de fibras alimentares traz diversos benefícios á saúde, dentre eles menor risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares, hipertensão, diabetes, obesidade e doenças gastrintestinais. Destas fibras, destacam-se as citadas abaixo: glucomanan,, psylium e quitosana.
*Glucosamanan – Seu uso está relacionado com o aumento da saciedade, aumento da excreção calórica de fezes, melhora do perfil lipidíco e glicidíco.
*Quitosana – O uso desta fibra alimentar otimiza os resultados no controle de peso.
*Psylium – Apresenta efeito hipoglicemiante e hipocolesterolemiante, além de contribuir com o equilíbrio da microbiota intestinal.

Por fim, é sempre importante frisar que todo e qualquer produto fitoterápico deve ser consumido somente sob a supervisão, responsabilidade e prescrição de um nutricionista capacitado.

O USO DE ADOÇANTES

Atualmente, segundo a FDA (Food and Drug Administration), os seguintes adoçantes são adequados para o consumo: sacarina, sucralose, aspartame, acessulfame K, neotame e estévia ( com algumas limitações). No Brasil, além dos citados acima, a resolução número 18 de 24 de março de 2008 da ANVISA autoriza os seguintes edulcorantes para uso em alimentos e bebidas: sorbitol, manitol, ciclamato, isomaltitol, taumatina, maltitol, lactitol, xilitol e eretritol. O uso da sacarina e do ciclamato deve ser bem reduzido e consumido com cuidado e sob orientação do nutricionista, pois a presença de sódio em sua composição pode comprometer a saúde do indivíduo.
No momento, a nossa maior preocupação é se a quantidade ingerida de adoçante está dentro do padrão de segurança, o que significa dizer se está dentro da zona que não oferece risco á saúde do indivíduo.
O sabor doce está presente em nossa vida desde o período uterino, no qual o liquido aminiótico tem sabor adocicado, passando pelo leite materno e pelas fórmulas industrializadas. E o que significa dizer que o sabor doce está presente em nossa vida? Qual a importância desta informação?
O sabor doce está diretamente relacionado com a sensação de prazer, pois esta envolvido com a produção de hormônios que causam bem estar, dentre eles a serotonina e a dopamina.
Alguns estudos, recentemente desenvolvidos, mostram que o consumo de adoçantes, apesar de não ser calóricos, levam á perda do controle do apetite e estimula a ingestão alimentar resultando em efeito contrário ao desejado, ou seja, o indivíduo ganha peso ao invés de perder. Um estudo norte americano observou que o consumo de iogurte adoçado com sacarina aumentava a fome, promovia maior ingestão alimentar e energética no almoço comparado ao consumo do iogurte puro resultando este estudo na conclusão que o consumo de adoçantes artificiais poderia causar menor controle sobre o apetite e consequentemente ganho de peso e desordens alimentares.
Uma vez que as pesquisas em relação ao consumo de adoçantes e ao controle de peso ainda não são conclusivas, torna-se necesária a realização de novos estudos para avaliar se a adição de adoçantes artificiais na dieta podem controlar a ingestão alimentar e auxiliar na perda e manutenção do peso corporal.