SUCOS PREMIUM MONA VIE

Armazem Gaia

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

OS BENEFÍCIOS DO CHÁ VERDE

O chá ( Camellia sinensis) é uma das bebidas mais consumidas do mundo. Os principais tipos do chá, extraído desta planta citada acima são: o chá branco, produzido a partir de brotos e folhas muito jovens, que não sofreram exposição à luz solar, sendo eficaz no tratamento da hipertensão arterial, devido ao seu poder vasodilatador, diurético e antioxidante, além de estimular a queima calórica; o chá verde que é o produto da manufatura de folhas frescas de chá e do botão da planta, por meio de vaporização ou secagem, a temperaturas elevadas, para inativação das enzimas polifenoloxidases, de forma à prevenir a oxidação dos compostos fenólicos, sendo muito eficaz por suas propriedades antinflamatórias, hipoglicemiantes, hipolipidêmico e termogênico, auxiliando na perda de peso e redução do colesterol e da glicose ; o chá preto, que corresponde à 78% do chá consumido no mundo, principalmente nos países ocidentais. A produção deste chá consiste em manter as folhas quentes por 6 horas, no qual a oxidação das catequinas por meio da ação de algumas enzimas que aumentam a quantidade de polifenóis, que são os princípios ativos do chá verde e que proporcionam os efeitos benéficos ao indivíduo que faz o seu consumo regular. Por último, temos o chá oolong, um intermediário entre os tipos verde e preto, sendo produzido por aquecimento por 1 ou 2 horas.
Os chás contém óleos voláteis, vitaminas, minerais, purinas e polifenóis, principalmente as catequinas, sendo um poderosíssimo antioxidante, cujas propriedades serão citadas adiante. Estudos desenvolvidos na Revista American Dietetic Association sugerem que o consumo de 4 a 6 xícaras de chá verde reduz o risco de cânceres esofágicos e gástricos, considerando-se também que o consumo de água é primordial e não deve ser inferior à 2 litros ao dia. Os estudos comprovam também que o chá verde reduz o risco de doenças cardiovasculares, reduz o colesterol, a pressão arterial e reduz a agregação plaquetária e por conseguinte, o risco de trombose.
Os efeitos do chá verde, se explicam pelas propriedades de redução da formação e ativação de carcinogênicos, aumento da desintoxicação, proteção ao DNA contra agentes carcinogênicos e contra danos oxidativos; melhora da comunicação célula para célula, diminuição de metástases, entre outros benefícios á saúde.
O chá verde também apresenta propriedades termogênicas e promove a oxidação de gorduras, regularizando o metabolismo e auxiliando na adequação do peso. Também observou-se que o chá verde é eficaz no tratamento da gastrite crônica, além de ser antialérgico, exerce proteção contra doenças neurodegenerativas por atuar no Sistema Nervoso Central ( SNC), diminui a remineralização óssea e por conseguinte, previne a osteoporose e excelente como vermífugo ( ação antihelmíntica).
O chá verde deve ser consumido puro, sem adoçar, aos goles e vagarosamente, pois a adição de outros produtos podem diminuir a ação das catequinas no organismo. O chá deve ser feito fervendo-se a água e acrescentando as folhas após o cessar da fervura, pois o aquecimento também diminui a biodisponibilidade de nutrientes, diminuindo a sua eficácia.

sábado, 14 de agosto de 2010

SONO E OBESIDADE

O sono é definido como um complexo estado fisiológico no qual ocorrem alterações dos processos fisiológicos e comportamentais. Para um estado de vigília adequado, o ideal em adultos é um tempo de sono variante entre 6 e 8 horas. Em recém nascidos, este tempo varia entre 19 e 20 horas ao dia, 10 horas na infância e 8 horas na adolescência. Deste período, 30% do tempo de sono, o indivíduo passa sonhando, 20 % em sono profundo e 50% em sono leve. Baseado no exposto acima, o sono se divide em duas etapas: a fase I e a fase II.
A fase I ( sono não REM) apresenta 4 estágios e representa a profundidade do sono. A fase II ocorre em intervalos regulares de 90 minutos, aproximadamente, após 1 ciclo completo da fase II. A fase II está envolvida nos processos de aprendizagem, memória e cognição, além de ser a fase dos sonhos. Esta fase também está associada com a sexualidade, o humor e a criatividade.
Dormir em um ambiente com pouca luz, temperatura confortável e local agradável interferem diretamente na qualidade do sono, proporcionando bem estar físico e mental. O tempo de sono insuficiente pode acarretar prejuízo à saúde do indivíduo, estando envolvido no aparecimento de doenças crônicas não transmissíveis como obesidade, Hipertensão arterial e diabetes mellitus.
A privação total ou parcial do sono resulta em aumento da atividade do Sistema Nervoso Central, aumento do cortisol e diminuição do GH durante a noite, provocando diminuição da tolerância à glicose e aumento do risco do Diabetes, além de desrregulação do apetite, aumento da ingestão alimentar, acarretando a obesidade.
Os estudos mostram também que os indivíduos obesos privados de sono são cronicamente estressados, sugerindo comportamentos não saudáveis como consumos de alimentos pouco ou nada saudáveis, mas saborosos e diminuição da atividade física, além de tabagismo e etilismo, ou seja, vida desrregrada.
Também observou-se que a privação do sono não apenas aumenta o apetite, como também aumenta a preferência por alimentos calóricos e pobres em nutrientes. Por outro lado, um outro estudo demonstrou que pacientes obesos, sem apnéia do sono são mais sonolentos ao dia, comparados com indivíduos não obesos, sendo a obesidade um fator de risco significativo para a sonolência excessiva durante o dia, independente da idade.
Conclui-se que a melhora da qualidade e da duração do sono, bem como a redução do estresse crônico e a adoção de hábitos de vida saudáveis ( alimentação equilibrada, atividade física regular, redução ou suspensão do tabagismo e etilismo) são fundamentais na redução do peso corporal.

A IMPORTÂNCIA DE UMA MICROBIOTA INTESTINAL SAUDÁVEL PARA O LACTENTE

A flora intestinal ou microbiota intestinal é um conjunto de bactérias que habita o intestino, sendo aproximadamente constituída de 300 a 500 espécies diferentes. Proporcionalmente, o número de bactérias intestinais é 10x maior que o número de células no nosso organismo. Alguns dos efeitos das bactérias intestinais são desencadeadores de efeitos fermentativos ou putrefativos.
Alguns órgãos do sistema digestório, tais como o duodeno, jejuno e estômago apresentam flora intestinal pobre, até mesmo, em virtude da ecologia local deste órgãos ( ph e ação enzimática). O íleo representa o local de transição e o cólon é o sítio de proliferação bacteriana. Sendo assim, observa-se uma atuação simbiótica ( alimentos com ação probiótica e prebiótica) dinâmica que garante o suporte nutricional às bactérias e uma série de benefícios ao organismo humano ( lembrando que probióticos são micro organismos vivos que conferem benefícios á saúde do hospedeiro, quando administrada em quantidades adequadas e prebióticos são ingredientes alimentares não digeríveis, que afetam de maneira benéfica o organismo por estimular o crescimento ou atividade de um ou de um número limitado de bactérias do cólon.
Os benefícios da microbiota intestinal no organismo humano são metabólicos ( fermentação de resíduos alimentares não digeríveis e a de muco produzido pelo epitélio intestinal, além de sintetizar vitaminas e promover a absorção de cálcio, magnésio e ferro); tróficos ( atuando na proliferação e na diferenciação do cólon, prevenindo colites ulcerativas e neoplasias colônicas) e benefícios protetores relacionados À flora intestinal, melhora do sistema imune, prevenção de alergias alimentares e proteção contra a invasão da mucosa intestinal por bactérias patogênicas.
Fatores genéticos, ambientais, idade, saúde do hospedeiro, tempo de trânsito intestinal interferem na ecologia intestinal e por sua vez, influencia o desenvolvimento da microbiota, desconsiderando-se alterações fisiológicas, tais como situações patológicas, uso de antibióticos, diarréias. O feto não apresenta colonização bacteriana em seu trato digestório e o primeiro contato com o meio ambiente é no momento do parto. Bebês nascidos de parto natural tendem a ser colonizados pelas floras vaginais e fecais da mãe, enquanto que os bebês nascidos por cesariana não apresentam esta colonização. Observa-se também que o aleitamento materno contribui positivamente para um equilíbrio da flora intestinal devido aos componentes do leite materno.
Ainda em relação ao leite materno, este alimento é rico em probióticos e estimula o efeito bifidogênico ( desenvolvimento da flora intestinal) promovendo consistência das fezes, viscosidade fecal, evacuações freqüentes e regulares, proteção contra doenças ( principalmente as mais freqüentes no bebê: as doenças respiratórias e a gastrintestinais), além da biodisponibilidade de cálcio e magnésio, reduzindo o PH e facilitando a absorção. O leite materno apresenta baixo teor protéico, em relação ao leite de vaca e mantém a Flora intestinal saudável.
O leite materno é a melhor alternativa alimentar para o bebê e deve ser exclusiva nos primeiros seis meses de vida, para oferecer melhor nutrição, saúde e proteção ao bebê. A mãe também deve seguir uma alimentação adequada, rica em frutas e verduras, alimentação de 3 em 3 horas, evitando bebidas alcoólicas, cigarros, comidas gordurosas, alimentos industrializados e artificiais. O uso de mamadeiras, bicos e chupetas devem ser desencorajados, pois podem trazer efeitos negativos á criança.
Procure um nutricionista capacitado para melhor orientá-la, em caso de dúvida.

ALERGIA ALIMENTAR: DIAGNÓSTICO E IMPLICAÇÕES NA QUALIDADE DE VIDA

As doenças alérgicas acometem milhões de pessoas em todo o mundo. Estima-se que até 40% da população mundial possa apresentar algum sintoma de alergia. As reações adversas a alimentos, sintomas clínicos indesejáveis que se manifestam após a ingestão, podem ser classificadas em não imunológicas e imunológicas. As alergias alimentares se enquadram na primeira classificação, e nelas as imunoglobulinas E e os linfócitos T ocupam um papel de destaque. O tratamento da alergia alimentar tem por objetivos detectar o agente deflagrador da alergia e impedir a progressão dos sintomas, bem como impedi-los; tratar as crises, impedindo o agravamento dos episódios e realizar a profilaxia através das orientações medicamentosas, alimentação adequada e medidas que promovam melhoria na qualidade de vida do indivíduo.
Superestimar uma alergia alimentar pode resultar em prejuízo desnecessário à dieta do paciente, entretanto o não diagnóstico ou subestimar a alergia alimentar pode acarretar prejuízos desnecessários e potencialmente fatais ao indivíduo. Os estudos mostram que um grupo de oito alimentos são responsáveis por 90% das alergias alimentares manifestadas, dentre eles, citam-se o leite de vaca, o ovo, a soja, o trigo, o amendoim, as castanhas, os peixes e os frutos do mar, lembrando este grupo refere-se não só aos alimentos citados como também aos seus derivados ou produtos que apresentam estes produtos e deve-se frisar que dentre o leite, exclui-se a manteiga e o creme de leite que são extraídos da gordura deste.
Na infância, o leite de vaca é considerado o principal responsável pelas alergias alimentares, pois o sistema imune neste período da vida é relativamente imaturo e suscetível a sensibilizações a antígenos externos.
Para que se realize uma investigação do agente alergênico , observa-se os alimentos consumidos pelo indivíduo, a quantidade ingerida, o tempo em que os sintomas se manifestaram inicialmente, a duração dos sintomas, associação à outros fatores ( exercícios físicos, uso de medicamentos e ingestão de álcool. As reações alérgicas podem ter um tempo de resposta rápida ou demorada, variando de segundos após a ingestão até 4 horas aproximadamente. Os alimentos consumidos regularmente pelo paciente são menos prováveis de induzir reações do que aqueles consumidos raramente.
A idade também deve ser levada em conta. Em geral, as crianças apresentam maior probabilidade de apresentar alergia ao leite de vaca, ovo, soja e trigo, enquanto que as reações alérgicas à amendoim, castanhas, peixes e frutos do mar são mais comuns em adultos. Também é importante enfatizar que durante a infância, é comum a manifestação da dermatite atópica, relacionada a alimentos e alguns casos de enterocolite. O exame físico também pode revelar a presença de outras doenças alérgicas relacionadas, tais com a asma, rinite e dermatite.
A urticária aguda, a angiodema e a anafilaxia são manifestações clínicas mais relacionadas com a IgE. Em geral, apresentam início rápido e maior chance de fatalidades em comparação com as reações tardias. Os sintomas respiratórios ( asma, rinite) como manifestações isoladas de alergia alimentar são extremamente raras, apresentando associadas com sintomas cutâneos o gastrintestinais. As reações mediadas exclusivamente por células são representadas por enteropatias e enterocolites induzidas pela proteína do leite e podem evoluir com a presença de muco e ou sangue nas fezes e vômitos, diarréia, má absorção dos nutrientes e perda de peso.
Um método eficaz para se avaliar o agente causador da alergia é a dieta de restrição. Esta dieta consiste na suspensão temporária do alimento suspeite de ser alergênico por um período de 4 a 6 semanas, após o qual, se faz a reintrodução deste alimento. Se não houver melhora dos sintomas durante o período de restrição absoluta, descarta-se a hipótese de este alimento ser alergênico, e se, ao contrário, observar-se melhora dos sintomas, o alimento suspeito passa a ser um potencial possível alergênico.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Existe diferença entre aterosclerose e arteriosclerose?

Sim. Ambas são doenças cardiovasculares, mas, na aterosclerose há um processo evolutivo onde ocorre mobilização de mediadores inflamatórios em resposta às lesões no endotélio vascular causadas por alguns fatores de risco (principalmente níveis séricos elevados de lipoproteína de baixa densidade - LDL), o que gera a placa aterosclerótica e estreitamento luminal.

A aterosclerose é uma doença multifatorial, onde dieta, exercícios físicos, abstenção de fumo e perda de peso ajudam na prevenção.

A arteriosclerose é uma doença não oclusiva da vasculatura, caracterizada pela dilatação difusa e hipertrofia das grandes artérias, o que leva a perda da elasticidade e redução de sua complacência. A sobrecarga de volume e anormalidades no metabolismo de minerais são os principais fatores de risco. As manifestações clínicas da arteriosclerose incluem hipertrofia ventricular esquerda, diminuição da perfusão coronária e aumento da pressão sanguínea sistólica.


Bibliografia (s)

Shastri S, Sarnak MJ. Cardiovascular Disease and CKD: Core Curriculum 2010. AJKD. 2010;56(2):399-417. Disponível em: http://download.journals.elsevierhealth.com/pdfs/journals/0272-6386/PIIS0272638610007171.pdf. Acessado em: 10/08/2010.

Projeto Diretrizes - Sociedade Brasileira de Cardiologia. Prevenção da Aterosclerose – Dislipidemia. 2001. Disponível em: http://www.projetodiretrizes.org.br/projeto_diretrizes/040.pdf. Acessado em: 10/08/2010.

III Diretrizes Brasileiras Sobre Dislipidemias e Diretriz de Prevenção da Aterosclerose do Departamento de Aterosclerose da Sociedade Brasileira de Cardiologia. 2001. Disponível em: http://www.nutritotal.com.br/diretrizes/files/74--diretriz%20dislipidemias.pdf. Acessado em: 11/08/2010.

Chocolate reduz pressão sanguínea de pacientes hipertensos

Data: 13/08/2010
Autor(a): Iara Waitzberg Lewinski



Metanálise publicada no jornal BMC Medicine concluiu que o chocolate amargo e os produtos com cacau têm resultados superiores quando comparado ao placebo para o tratamento da hipertensão.

Este estudo avaliou os resultados de 15 experimentos sobre o efeito da ingestão de produtos com cacau em comparação com placebo sobre a pressão sanguínea de adultos. Todos os trabalhos obedeciam os critérios de inclusão: duração de tratamento ≥ 14 dias e disponibilização da média ou mediana da pressão sistólica (PS) ou pressão diastólica (PD) com desvios-padrão.

Além do grupo de estudo (cacau) e do grupo controle (placebo), os autores também dividiram os participantes em subgrupos. De acordo com a PS no início do estudo os grupos separam-se em: hipertensivos (PS ≥ 140 mmHg) e normotensos (PS < 140 mmHg). A mesma divisão ocorreu segundo a PD: pré-hipertensiva (PD ≥ 80 mmHg) e normotensa (PD < 80 mmHg).


A idade de todos os participantes variou entre 18 e 70 anos e o IMC manteve-se na categoria sobrepeso/obesidade em 9 estudos (< 25 kg/m2, n = 6; 25-30 kg/m2, n = 6; > 30 kg/m2, n = 3).


"Embora os estudos tenham utilizado diferentes dosagens e nomeado o nutriente ativo do cacau de diferentes maneiras (polifenol, flavonóide, epicatequina, e catequina), nós estamos confiantes que eles possam ser comparáveis entre si. As diferentes variáveis (dosagem, duração, idade e IMC) não interferiram nos resultados apresentados", afirmam os autores.


Os resultados encontrados nos estudos analisados revelaram uma redução média significante de -3.2 ± 1.9 mmHg na PS e de -2.0 ± 1.3 mmHg na PD dos indivíduos que receberam cacau em comparação com o grupo controle. Com relação aos subgrupos, a redução da pressão sanguínea só foi significativa nos indivíduos com hipertensão, com média de -5.0 ± 3.0 mmHg. Nos participantes do grupo normotenso não foi observada diferença significativa entre os que consumiram cacau ou placebo (-1.6 ± 2.3 mmHg, p = 0.17). Os resultados referentes à PD foram semelhantes: os participantes do subgrupo com PD pré-hipertensiva apresentaram redução significativa de -2.7 ± 2.2 mmHg, enquanto as normotensas praticamente não manifestaram alterações (-1.3 ± 1.6 mmHg, p = 0.12).


"O efeito redutor modesto, mas significante, do cacau no grupo de pessoas hipertensas é clinicamente relevante uma vez que o declínio de 5 mmHg na PS pode reduzir o risco para doenças cardiovasculares em 20%. Este efeito também é comparável a outras mudanças do estilo de vida, como a prática de atividades físicas moderadas, que pode reduzir a PS em 4 a 9 mmHg", explicam os autores.


A inclusão dos locais dos estudos não foi uma variável avaliada nesta metanálise, mas, segundo os autores, as pesquisas futuras poderiam analisar este dado, uma vez que é possível que as características dos participantes (hábitos alimentares e genética/etnia) contribuam para sua resposta ao tratamento com cacau.


"O consumo regular de produtos ricos em cacau (como o chocolate amargo) pode ter um efeito benéfico sobre a redução da pressão sanguínea em indivíduos hipertensos a curto-prazo. Porém, é questionável se este mesmo consumo seria eficaz a longo-prazo. Os polifenóis, em particular os flavonóides, contidos nos produtos com cacau parecem aumentar a formação de óxido nítrico do endotélio, o que promove a vasodilatação e, consequentemente, pode diminuir a pressão sanguínea", concluem os autores.





Referência(s)

Ried K, Sullivan T, Fakler P, Frank OR, Stocks NP. Does chocolate reduce blood pressure? A meta-analysis. BMC Medicine. 2010;8:39.

sábado, 7 de agosto de 2010

OS BENEFÍCIOS DO ALHO NO ANTIENVELHECIMENTO E FUNÇÃO CEREBRAL

Muitos estudos têm sido realizados nos últimos 10 a 15 anos em relação ao alho. Este bulbo possui propriedades antioxidantes, sendo observado que é um alimento cardioprotetor, inibindo a agregação plaquetária e a formação de trombos, além de prevenir contra doenças crônicas não tranmissíveis ( o câncer, por exemplo), doenças associadas ao envelhecimento cerebral, artrites, cataratas, rejuvenescimento celular e da pele, melhora da circulação sanguínea e é um ótimo energizante. Alguns estudos mostram que o alhotambém pode prevenir a intoxicação gastrintestinal causada por bactérias e auxilia na melhora da função imune.
São exemplos de preparações de alho com boa aceitaçãono mercado: o extrato de alho filtrado e concentrado sob pressão reduzida às baixas temperaturas nas formas seca e líquida. Também tem boa aceitação os comprimidos de alho em pó, óleo de alho destilado à vapor, óleo de alho macerado em óleo e óleo de alho extraído em éter.