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Armazem Gaia

quarta-feira, 21 de abril de 2010

OLEO DE PALMA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER?

O óleo de palma é o segundo óleo mais consumido no mundo, é o óleo de dendê, extraído da polpa do fruto. Da semente, extrai-se o óleo de palmiste. O óleo de palma apresenta-se na forma pastosa em temperatura ambiente, apresentando coloração esbranquiçada. Quando liquido, apresenta-se na coloração levemente amarelada.

O óleo de palma tem sua maior utilização na área alimentícia, seria o azeite de dendê, margarinas, frituras, sorvetes, biscoitos, entre outros. É um óleo rico em vitamina E e A, sendo eficaz na redução do colesterol, reduz a hipertensão arterial, reduz os riscos de trombose arterial e aterosclerose, diminui a produção de colesterol e a agregação plaquetária e alguns tipos de câncer, sendo todas estas propriedades associadas a presença de antioxidantes.

Em relação à alguns tipos de câncer, a ingestão equilibrada de óleo de palma de boa qualidade diminui a incidência de câncer de colon, mama e próstata.

Óleo de coco virgem: o que você precisa saber?

A palavra coco significa “face de macaco” e tem origem na semelhança observada pelos navegantes portugueses e espanhóis, entre a base da fruta e a face do macaco. No Brasil, o consumo da água de coco é bastante popular, sendo considerada uma bebida isotônica natural por seu teor elevado de magnésio e potássio. Em relação aos benefícios do óleo de coco, observa-se que este reduz os níveis de colesterol total, fosfolipideos e LDL-c, aumenta os níveis séricos do bom colesterol ( HDL-c), tem efeito antitrombótico, antioxidante, entre outros.

Recomenda-se que o óleo de coco virgem seja utilizado em preparações frias, como saladas, sucos e na finalização de pratos quentes, ou seja, ao servir a preparação, a fim de se manter as propriedades antioxidantes.

O óleo de coco é uma fonte de TCM ( triglicerídeos de cadeia média), gordura de fácil absorção, sendo utilizados em doenças com má absorção de nutrientes, tais com sirrose, doenças intestinais, por exemplo. O TCM também é útil no processo de emagrecimento e redução da gordura corporal e no tratamento do diabetes, melhorando a sensibilidade insulinica.

Mediante o exposto acima, conclui-se que o óleo de coco virgem, embora não seja muito consumido em nosso país, é um alimento muito útil à nossa saúde e não é um vilão, conforme pensava-se antigamente.

OLEO DE CANOLA: O QUE VOCÊ PRECISA SABER?

O óleo de canola tem um alto percentual de gorduras insaturadas, é livre de colesterol, por ser de origem vegetal, é livre de gordura trans e apresenta menor percentual de gordura saturada. Es tas características conferem ao óleo de canola a propriedade de reduzir o risco de doenças coronarianas, redução do colesterol, entre outros.
O óleo de canola é rico em ômega 3, cujos benefícios são reconhecidos pelas propriedades antiinflamatória, antioxidante e antiagregante plaquetária, sendo portanto, recomendável na prevenção da aterosclerose. O ômega 3 é também encontrado em peixes de alto mar e de águas frias como salmão, sardinha, atum e arenque.
O óleo de canola também é imunomodelador, auxilia na redução do diabetes e na prevenção de diversos tipos de câncer , além de promove a saúde cardiovascular.

O QUE VOCÊ PRECISA SABER SOBRE A CANELA?

A casca da caneleira é amplamente utilizada como condimento e agente aromatizante. Suas propriedades são antimicrobianas e antioxidantes. O óleo essencial da canela pode ser útil no tratamento da colite hemorrágica, síndrome hemolítica uremica, trombose, entre outros.
A canela também é utilizada no tratamento do diabetes tipo 2 devido as propriedades que conferem controle glicêmico e sensibilidade insulínica, além de reduzir o colesterol, melhora dos sintomas da esclerose múltipla.

domingo, 18 de abril de 2010

Amaranto – Alimento com alto teor de proteína ajuda a reduzir o colesterol e a emagrecer

Como a quinua, o amaranto foi selecionado pela NASA para alimentar os astronautas devido ao seu alto valor nutritivo, por seu aproveitamento integral, por sua facilidade de cultivo e seu rápido crescimento, mesmo em condições adversas.
Foi descrito pela NASA como uma cultura CELSS (Controlled Ecological Life Support System) ou seja, a planta elimina dióxido de carbono na atmosfera e, ao mesmo tempo, gera alimentos, água e oxigênio para os astronautas. Por isso o amaranto passou a ser cultivado em viagens espaciais desde 1985.
Conhecido como o feijão dos Andes, o amaranto possui aproximadamente 16 % de proteínas, uma percentagem superior aos tradicionais cereais como milho, arroz e trigo. No entanto, a sua importância não reside na quantidade, mas na qualidade da sua proteína que é de alto valor biológico.
O amaranto é comparável ao valor nutricional do leite, tornando-se ideal para crianças e mulheres em fase de gestação e lactação.
O grão amaranto não contem glúten, por isso é um alimento adequado para celíacos.
O amaranto é rico em cálcio, ferro, zinco, magnésio, fósforo e vitamina A e C e possui uma elevada quantidade de fibras.
O amaranto ajuda na redução do colesterol ruim (LDL) no sangue e a manter níveis adequados do colesterol com (HDL).
Pesquisas recentes comprovaram que o Amaranto ajuda na redução do apetite, contribuindo para a perda de peso.

Saiba mais sobre QUINUA,

Para os incas, uma planta sagrada. Para o homem moderno, uma alternativa alimentar altamente nutricional, e ecologicamente viável. Esta é a quinua, um vegetal cultivado nas regiões andinas há pelos menos 5 mil anos, e que continua a ser produzido principalmente no Peru e na Bolívia.
Conhecida também como o “trigo dos incas”, a quinua é um tipo de cereal que produz uma semente pequena, comestível, rica em proteínas, vitaminas e minerais. Segundo a FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), a quinua é um dos poucos vegetais completos, por apresentar um balanço de aminoácidos adequado à nutrição humana. De fato, as sementes constituíram, no passado, a base da alimentação da família boliviana, e até hoje representam um elemento fundamental à dieta dos camponeses andinos. O nome “quinua” é de origem quéchua, o idioma falado pelos antigos incas. A quinua real é só uma das muitas espécies do vegetal, que conta com mais de 2 mil variedades, classificadas em categorias distintas. Dotada de grande resistência, a planta se adapta a diversas condições de latitude e altitude, e pode crescer em zonas áridas e semi-áridas.
Mas apesar das incríveis propriedades da quinua real, o alimento se manteve, durante muito tempo, exclusivamente destinado ao consumo próprio, principalmente por causa da sua baixa produtividade. O cereal produz uma única colheita anual, o que eleva o preço da unidade. Por isso mesmo, a planta, cujo cultivo segue técnicas basicamente artesanais, é perfeitamente aplicável à agricultura orgânica e às hortas familiares.
O valor protéico da quinua real é superior ao dos demais cereais. As sementes contêm 23% de proteínas e grande quantidade de vitaminas, tais como B1, B2, B3, B6, C e E. É rica também em minerais como o ferro (9,5 mg/100 g), o fósforo (286 mg/100 g) e o cálcio (112 mg/100 g). Da mesma forma, o valor calórico está calculado em 350 Cal/100gr, o que faz da quinua um alimento apropriado para áreas altas e épocas mais frias. A composição de aminoácidos essenciais confere à planta um elevado valor biológico, comparável somente ao leite e ao ovo. Este valor biológico é medido segundo a quantidade de proteínas absorvidas pelo organismo por cada 100g do produto ingerido. O índice da quinua é igual a 75 (por 100 g), do ovo 95, do leite 72, do trigo 60, e do milho 44. Essas proteínas atuam para um melhor rendimento e elasticidade das fibras musculares, auxiliam na recuperação de tecidos e células e estimulam a produção de hormônios e enzimas.

ora-pro-nobis

Seu consumo é muito disseminado em Minas Gerais, principalmente nas antigas regiões mineradoras e cidades históricas, onde a combinação mais conhecida é o frango com ora-pro-nobis. A tradição mineira diz que essa planta era colhida às escondidas, nos fundos de uma igreja, enquanto o padre rezava a ladainha do orapronobis, do latim "rogai por nós", o que explica seu nome popular.
Conhecido como “carne de pobre”, as folhas do ora-pro-nobis desidratadas contêm 25,4% de proteína (das quais 85% acham-se em forma digerível). É um valor muito alto, mesmo se comparando com vegetais mais famosos, como o espinafre, que tem um teor de 2,2% de proteínas. Além disso, possui vitaminas A, B e C e minerais como cálcio, fósforo e principalmente ferro, que ajuda a combater anemias.
O ora-pro-nobis também é muito rico em lisina, um aminoácido essencial - assim denominado porque o organismo não o produz. Esta substância é importante para a formação dos ossos graças à sua capacidade de aumentar a absorção intestinal de cálcio.
A lisina tem papel fundamental na produção de anticorpos, hormônios e enzimas, na formação do colágeno e das fibras musculares e na regeneração dos tecidos. Sua falta pode causar anemia, dificuldade de concentração, retardo no crescimento, diminuição do apetite e perda de peso, entre outros distúrbios.